16 janeiro 2010

O arrependimento não mata

Sei ver quando estou a mais mas nem isso me impede de continuar a investir... Queria poder apagar-te, mas não sou capaz. Tenho que viver contigo por muito mais tempo sem que tu estejas comigo. Pudera eu correr na rua a gritar que te amo para sentir mais cedo o ridiculo que é amar em vão... Sim, é em vão! Não vais trair a tua palavra e voltar atrás, eu sei. Já mo disseste, todos os dias mo dizes sem palavras. Desisti de esperar por ti e agora percebo que continuo à espera, à procura. Em círculos e círculos... Enfim, ao que chega uma alma mal amada (se é que alguma vez o foi na sua existência). Nem sequer posso dizer que é por prazer que o faço... Prazer não é de certeza. O meu orgulho tem vergonha de mim e já me abandonou. Só vai voltar quando tiver a oportunidade de estragar mais um momento, é certo. Sempre foi assim, de que me queixo agora? Agora faz sentido: Para sempre e Nunca mais... Que mais posso fazer senão pôr o dedo na ferida e depois lambê-la? Sentar-me e esperar? Já estou! Mal por mal, vou tentando... Já nada me fará arrepender e se fizer, mais vale que seja do que fiz...

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