27 janeiro 2010
Ora aí está o que é!
O que é e sempre foi, o que sem vocês não seria... o que por mim passou e comigo ficou. É eterno, é Saudade... marcou. Renascer e reviver momentos únicos que nunca esquecerei... estão vivos. Fazem-me saber quem sou porque sem memória deles e sem vocês não seria eu. Para vocês, TUDO! Que a vida não me roube a capacidade de lembrar... que a vida não me prive do seu melhor produto - os amigos.
19 janeiro 2010
Desculpa!
Lamento a desilusão, o desencontro, a tristeza. Peço desculpa por cada lágrima que te fiz chorar e por todas as vezes em que pensaste que a culpa era tua... Nunca foi... Apenas projectei em ti as minhas frustrações. Odeio-me! Quiz acreditar que eras tu quem me fazia perder o amor próprio quando ele nunca existiu. Fui eu quem nos destruiu. Primeiro a mim, depois a ti e por fim a nós. Fazias-me sentir amada, coisa que desconhecia até ali... Não suportei que alguém pudesse amar esta pessoa que desprezo e que destruo com cada acção. O melhor que te aconteceu foi virares as costas. Não quiz ver o quanto te preocupavas e agora já não vale a pena... Bem posso continuar à procura. Nunca vou encontrar ninguém como tu... Obrigada por teres passado na minha vida. A angústia que ficou não foste tu que a provocaste, fui eu... sou eu! Só te peço que sejas capaz de me perdoar um dia.
16 janeiro 2010
O arrependimento não mata
Sei ver quando estou a mais mas nem isso me impede de continuar a investir... Queria poder apagar-te, mas não sou capaz. Tenho que viver contigo por muito mais tempo sem que tu estejas comigo. Pudera eu correr na rua a gritar que te amo para sentir mais cedo o ridiculo que é amar em vão... Sim, é em vão! Não vais trair a tua palavra e voltar atrás, eu sei. Já mo disseste, todos os dias mo dizes sem palavras. Desisti de esperar por ti e agora percebo que continuo à espera, à procura. Em círculos e círculos... Enfim, ao que chega uma alma mal amada (se é que alguma vez o foi na sua existência). Nem sequer posso dizer que é por prazer que o faço... Prazer não é de certeza. O meu orgulho tem vergonha de mim e já me abandonou. Só vai voltar quando tiver a oportunidade de estragar mais um momento, é certo. Sempre foi assim, de que me queixo agora? Agora faz sentido: Para sempre e Nunca mais... Que mais posso fazer senão pôr o dedo na ferida e depois lambê-la? Sentar-me e esperar? Já estou! Mal por mal, vou tentando... Já nada me fará arrepender e se fizer, mais vale que seja do que fiz...
15 janeiro 2010
Na desilusão está a realidade
Preciso de outra fronteira porque esta está virada para o precipício. Não há saída, aqui não há mais chão para pisar... Este caminho não vai dar a lado nenhum! Alguém é capaz de me fazer entender isto? Estou farta de dizer a mesma coisa mas não me oiço, não entendo a minha própria linguagem. Este amor é narcisismo, é mais uma futilidade que no início aparece glamourosa e depois me descarna. É amor em carne viva que doi e doi e doi... Tolda-me o raciocínio e não me deixa sair da penumbra. É por este amor que me afogo neste mar corrosivo e me deixo levar pela corrente, na esperança de que o meu amor me salve... de si próprio? Não! Não há esperança... não há optimismo que me valha a mim nem ao meu amor. Ficámos lá os dois e é mais fácil habituar-me à dor. Quando não houver mais nada para destruir há-de deixar de doer. É deixar o tempo passar e esperar para acordar no arrependimento de nada ter feito e de não ter vivido mais do que um simples amor. Sim, esse mesmo amor que todos procuram - é ilusão, não traz felicidade... É um desengano, um erro que cometemos para enganar a mente. Despido das fantasias de que o mascaramos não passa de uma mera esquírula da felicidade por nós criada e fracturada pelo despertar no vazio em que realmente vive a natureza humana.
02 janeiro 2010
O que quero fazer na vida?
Quero partilhar, mostrar, ser metade ou pelo menos uma parte de algo. Fazer sem perguntar porquê. Sorrir estupidamente do nada. Quero-me apaixonar outra vez pela vida.
Floating
Não passa de mera sobrevivência esta forma de existir. É apenas resistir às adversidades da melhor forma que sabemos e podemos. E se não pudermos, não há motivo para preocupação: alguém nos há-de passar por cima para estimular a circulação desta sede de vingança que nos mantém.
É triste morrer aos pedaços, definhar desta maneira. Que remédio? Não fui eu que escolhi...
É triste morrer aos pedaços, definhar desta maneira. Que remédio? Não fui eu que escolhi...
É triste!
É triste não poder dizer o que me entope a garganta. Não posso dizer porque se disser a possibilidade do improvável desaparece... Se disser afastas-te ainda mais e perco-te de vista. És o meu objectivo inatingível e tento viver na ilusão de que vai ficar tudo bem. Às vezes, se fechar os olhos com muita força, ainda te sinto respirar ao meu ouvido e tento sentir o calor do teu corpo encostado ao meu... gelado. Nem sonhas a falta que me fazes...
E eu sei, com certeza, que por muito que procure não vou encontrar esse conforto em mais ninguem. E não vou mentir: sinto raiva. Mas engulo-a, não te quero fazer sofrer... mais. Vivo a minha vida com a dignidade que me restou, nem que seja de rastos. É que o meu coração fechou por motivos de falência e agora estou só comigo que morri de desgosto.
E eu sei, com certeza, que por muito que procure não vou encontrar esse conforto em mais ninguem. E não vou mentir: sinto raiva. Mas engulo-a, não te quero fazer sofrer... mais. Vivo a minha vida com a dignidade que me restou, nem que seja de rastos. É que o meu coração fechou por motivos de falência e agora estou só comigo que morri de desgosto.
Querer não é poder...
Quero-te a ti aqui. Quero que voltes, quero-te de volta para mim. Quero dar a volta e seguir, contigo. Olhar para cima e ver-te. Adorar-te. Ter-te aqui, perto. Estar junto de ti, sentir-te. Tocar-te, abraçar-te. Estar nos teus braços e beijar-te. Fechar os olhos e saber que estás aqui, comigo.
Enfim...
Penso em ti e só me apetece chorar. A ideia de que não podemos voltar a encontrar-nos devasta-me. Sou colhida por esta sensação de vazio que me traz a lembrança do que fomos. Ai, eu queria tanto voltar atrás. Queria tanto não ter dito o que disse. Mas para ti parece ter sido melhor. Pareces conformado. Tenho saudades tuas...
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