Foi como renascer…
Num momento estava ali só para ver o que ía dar e no outro fui levada para uma altura da minha vida em que tudo era espontâneo e valia a pena experimentar.
As memórias que reapareceram, os tempos passados a passar de novo. Todas as coisas boas associadas àquela lembrança…
Foi bom! Está a ser bom! Gosto desta sensação: LIBERDADE, AR (quente, por sinal). Ter vontade de fazer o que achava que já era tarde para fazer.
Quero mais disto. Afinal ainda posso vir a ser tudo o que eu quiser.
26 junho 2009
"Tudo vale a pena se a alma não é pequena!"
As coisas não caem do céu, mas em todo o lado há força e energia para as alcançarmos. É só querer pelo bem. Acredito na recompensa e espero um dia encontrá-la.
22 junho 2009
Choro quando tiver vontade
Não me digam para não chorar nem para não ficar triste quando a alternativa é fugir, desaparecer para não ter que viver com a frustração.
Digam-me antes para chorar tudo agora porque senão a frustração prevalece. Então fujo para onde não existo e refugio-me no colo de ninguém.
Por isso choro, grito e esperneio. Não vou guardar isto dentro de mim... Não me quero esconder.
Não vou enfiar mais a cabeça na areia nem ficar à espera que as coisas apareçam feitas e que as pessoas venham ao meu encontro.
É uma luta constante em que quanto mais se leva, mais se tem para dar. E eu quero ter muito mais para dar.
Digam-me antes para chorar tudo agora porque senão a frustração prevalece. Então fujo para onde não existo e refugio-me no colo de ninguém.
Por isso choro, grito e esperneio. Não vou guardar isto dentro de mim... Não me quero esconder.
Não vou enfiar mais a cabeça na areia nem ficar à espera que as coisas apareçam feitas e que as pessoas venham ao meu encontro.
É uma luta constante em que quanto mais se leva, mais se tem para dar. E eu quero ter muito mais para dar.
É vício...
Todos temos as nossas fraquezas... Por muito forte que tente ser, hei-de sempre tropeçar nas minhas.
Posso passar que tempos a evitar os caminhos em que já sei à partida que vou errar e dar mais uma cabeçada, mas vou por ali na mesma.
É vicioso... não há volta a dar a este ciclo. E quanto mais se tenta, maior ele fica.
Posso passar que tempos a evitar os caminhos em que já sei à partida que vou errar e dar mais uma cabeçada, mas vou por ali na mesma.
É vicioso... não há volta a dar a este ciclo. E quanto mais se tenta, maior ele fica.
17 junho 2009
Eis a questão
Passamos a vida a querer ser o que não somos porque não queremos ser como somos. No fim, somos o que podemos porque algures no tempo já quisemos ser assim.
É pior não ter aquilo que se pode do que não ter aquilo que se quer!
É pior não ter aquilo que se pode do que não ter aquilo que se quer!
(in)conformismo
Por várias vezes dei comigo a pensar que temos de aceitar as coisas como elas são, encarar a vida de frente! Até cheguei a recomendar esta filosofia a certas pessoas em determinadas alturas das suas vidas, mas será que temos mesmo?
Não seria tudo muito mais fácil se cada um de nós lutasse e conseguisse realmente mudar o vento e virar a brisa a nosso favor?
E será que isso ia resolver tudo? Provavelmente, não!
O mundo acabaria por ser todo à nossa maneira e não haveria mais nada para mudar.
Quanto a mim, era morte certa!
Não seria tudo muito mais fácil se cada um de nós lutasse e conseguisse realmente mudar o vento e virar a brisa a nosso favor?
E será que isso ia resolver tudo? Provavelmente, não!
O mundo acabaria por ser todo à nossa maneira e não haveria mais nada para mudar.
Quanto a mim, era morte certa!
Sai uma questão, sff! Retórica, de preferência!
O que seria de mim sem dúvidas? Já não seria eu! A minha pessoa tem que ter sempre uma pergunta a fazer.
Pois é, gosto de questões de longa duração. O problema é que às vezes a duração é tão longa que só resto eu a pensar na resposta.
Talvez seja por isso que me sinto solitária…Não... Única! Sou única!
Será esse o propósito de ser Humano? Ser único e ter questões próprias em que só cada um pensa nelas? Talvez não… Há-de haver alguém a pensar na mesma questão que eu, à sua maneira - única.
Pois é, gosto de questões de longa duração. O problema é que às vezes a duração é tão longa que só resto eu a pensar na resposta.
Talvez seja por isso que me sinto solitária…Não... Única! Sou única!
Será esse o propósito de ser Humano? Ser único e ter questões próprias em que só cada um pensa nelas? Talvez não… Há-de haver alguém a pensar na mesma questão que eu, à sua maneira - única.
Será que faz sentido ter 6º Sentido?
Tenho sido demasiado conformista no que respeita a mim própria e excessivamente intolerante quanto aos assuntos daqueles que me são próximos…
Talvez devido a uma ideia inconsciente mas sobrevalorizada de que não conseguirei mudar o meu destino porque não consigo prever o futuro e portanto não vale a pena aplicar o meu sexto sentido na minha própria vida, porque este… é fundamental para avaliar os trilhos que os outros escolhem para o seu destino.
Mas e eu? Não posso escolher os meus próprios trilhos?
Talvez devido a uma ideia inconsciente mas sobrevalorizada de que não conseguirei mudar o meu destino porque não consigo prever o futuro e portanto não vale a pena aplicar o meu sexto sentido na minha própria vida, porque este… é fundamental para avaliar os trilhos que os outros escolhem para o seu destino.
Mas e eu? Não posso escolher os meus próprios trilhos?
Às vezes parece que não é só a Terra...
Às vezes parece que não é só a Terra que dá voltas... Também a minha vida tem a sua rotação e, olhando para trás, eu já estive aqui antes.
Será Karma? Nem sei bem o que isso é. Sei que é Amor, Ódio e Frustração...
Queria tudo para ontem e acho que acabei por me esquecer que a minha vida, tal como a Terra, não gira em volta do meu ser.
Então tropeço outra vez no meu orgulho e agora não tenho a certeza se tenho força para lamber as feridas...
Quero seguir em frente e entrar na rota certa. Mas e esta indecisão? O que lhe faço? Alguém sabe?
Será Karma? Nem sei bem o que isso é. Sei que é Amor, Ódio e Frustração...
Queria tudo para ontem e acho que acabei por me esquecer que a minha vida, tal como a Terra, não gira em volta do meu ser.
Então tropeço outra vez no meu orgulho e agora não tenho a certeza se tenho força para lamber as feridas...
Quero seguir em frente e entrar na rota certa. Mas e esta indecisão? O que lhe faço? Alguém sabe?
Vendo bem as coisas...
A minha essência é incógnita. A alma da minha gente é diferente. O meu mundo não é como eu pensava... é como sonhar acordada durante anos e agora acordar no pesadelo. Enganei-me... As aparências afinal também valem mais aqui!
Convicta ou indecisa?
Procuro não sei bem o quê, não sei onde. Às vezes sinto-me a vasculhar... Por momentos pensei que tinha encontrado, mas deixei tudo para trás num rasgo de lucidez: Não era aquilo! Eu sabia, mas não queria acreditar. Tinha-o na mão, era fácil... mas não era o que eu queria.
Love is a Bed Time Story
O amor é uma história de embalar que, como todas as outras, contamos uns aos outros antes de dormir.
A mim parece-me que o mundo está com insónias...
A mim parece-me que o mundo está com insónias...
Dúvidas
O que penso não sei, mas preciso partilhar... quem quer saber? Eu quero saber o que pensas, mas não tenho tempo! Tenho que descobrir uma maneira de partilhar isto tudo. Quero conhecer-te e quero que me conheças, mas tenho que me conhecer a mim primeiro. Tenho que partilhar o que penso, mas já não me lembro o que é... Quem somos? Temos um nome, uma identidade, mas não nos conhecemos. Quando nos descobrirmos será tarde demais? E agora, é cedo demais?
Uma questão de tempo
Disse tarde demais o que sempre achei que era cedo para dizer, mas também disse precipitadamente coisas que nunca deveria ter dito.
Afinal a vida não é tão curta como eu pensava...
Afinal a vida não é tão curta como eu pensava...
Vista superficial
Quem tem o direito de apontar o dedo? Eu não... nem quero esse direito! Hoje és tu, amanhã posso ser eu. Não sabemos. Não gosto de dar satisfações a ninguem, muito menos de me sentir obrigada a fazê-lo. Sou dona da minha própria fantasia e gosto de viver nela. Aí sou feliz... sempre que preciso. É o meu refúgio! Afinal todos temos um quê de esquizofrénicos! Não quero a capacidade de desvendar as pessoas, nem quero que tenham a capacidade de me desvendar a mim. Mas já tentei entrar no mundo de alguém, não com o intuito de fazer parte dele (em alguns casos talvez até fosse... não sei), mas mentalizei-me que era apenas para o conhecer. Procurei não sei bem o quê... fantasiei várias formas de compatibilizar os nossos mundos...ponderei até prescindir de alguns dos meus mais fortes e enraizados valores. Acabei por me desiludir. Descobri no final que o que havia lá dentro não concordava de todo com a "informação contida no rótulo". E o pior disto tudo é que não foi só dessa vez... Então se calhar é mais justo ficar na ignorância... Preferir a vista superficial... se até os ditos amigos escondem as suas faces podres e fingem ser melhores do que realmente são. Mas quem sou eu para apontar o dedo? Não quero esse direito... mas também eu tenho essa faceta... humana.
As ilusões não oferecem certezas (Janeiro/2006)
Ocupamos a nossa mente e o nosso tempo com demasiadas futilidades. Olhamos para o espelho e não vemos o que ele tem para mostrar. Não é que a imagem não esteja lá, ela está e bem definida. Mas andamos tão atarefados a construir alter-egos superficiais, que nos esquecemos de quem somos e já não nos conseguimos reconhecer naquele reflexo. Então torna-se dificil olhar aquela imagem nos olhos, como se houvesse um receio avassalador de reprovação... É aí que começa o sofrimento, a angústia causada por uma situação que tem tanto de virtual como de real, ou seja, é o alter-ego superficial que receia ser reprovado pelo que realmente somos quando ele próprio já tem poder suficiente para conquistar e dominar aquele momento introspectivo que temos em frente ao espelho. Por muito que custe olhar o reflexo nos olhos, é a única maneira de nos mantermos fiéis ao que sempre fomos e de evitarmos a corrupção pelas futilidades que aos poucos nos vão roubando a essência.
"Dreaming of screaming"
Que luz é esta? Não é natural... não pode ser! Fere-me os olhos, não consigo ver nada!
Está aí alguem? Ouço passos... vêm na minha direcção...
ESTOU AQUI!
Que sítio é este? Não vejo nada, as lágrimas reflectem a luz e ofuscam-me a vista.
Mas que luz é esta? Artificial...
Eu não vejo ninguém, mas será que me vêem?
Grito, mas não parecem ouvir-me...
Espera, estão a aproximar-se... estão a falar mas o ruído é tanto que nao consigo ouvir o que dizem.
E a luz... que raio de luz é esta?
Tento tocar-lhes mas estou cada vez mais longe... Sinto que estou a ser sugada não sei para onde...
Está frio aqui! E o ruído... é mecânico! É artificial... como a luz.
Quem são aquelas pessoas? Queria vê-las, ouvir o que dizem, tocar-lhes...
Que sítio é este??
A luz apagou-se e o ruído desapareceu...
Enxugo as lágrimas e tento focar as pessoas...
São de plástico, autênticos fantoches... imóveis! Toco-lhes... que desilusão! São frias!
Quero sair daqui, nem quero saber que sitio é este.
Fecho os olhos com toda a força que tenho... Quando os abrir, a luz é natural!
Está aí alguem? Ouço passos... vêm na minha direcção...
ESTOU AQUI!
Que sítio é este? Não vejo nada, as lágrimas reflectem a luz e ofuscam-me a vista.
Mas que luz é esta? Artificial...
Eu não vejo ninguém, mas será que me vêem?
Grito, mas não parecem ouvir-me...
Espera, estão a aproximar-se... estão a falar mas o ruído é tanto que nao consigo ouvir o que dizem.
E a luz... que raio de luz é esta?
Tento tocar-lhes mas estou cada vez mais longe... Sinto que estou a ser sugada não sei para onde...
Está frio aqui! E o ruído... é mecânico! É artificial... como a luz.
Quem são aquelas pessoas? Queria vê-las, ouvir o que dizem, tocar-lhes...
Que sítio é este??
A luz apagou-se e o ruído desapareceu...
Enxugo as lágrimas e tento focar as pessoas...
São de plástico, autênticos fantoches... imóveis! Toco-lhes... que desilusão! São frias!
Quero sair daqui, nem quero saber que sitio é este.
Fecho os olhos com toda a força que tenho... Quando os abrir, a luz é natural!
16 junho 2009
Recuperado do universo da web...
Eis que após 3000 anos fui desenterrar este blog do universo da web...
Bem, antes de mais, convém esclarecer que o conteúdo deste espaço (agora com a cara lavada) se tem vindo a construir ao longo dos anos com base na dualidade da reflexão sobre a essência das coisas.
Conclusões? Não há... Mas prometo que vão encontrar contradições.
Bem, antes de mais, convém esclarecer que o conteúdo deste espaço (agora com a cara lavada) se tem vindo a construir ao longo dos anos com base na dualidade da reflexão sobre a essência das coisas.
Conclusões? Não há... Mas prometo que vão encontrar contradições.
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