Não passa de mera sobrevivência esta forma de existir. É apenas resistir às adversidades da melhor forma que sabemos e podemos. E se não pudermos, não há motivo para preocupação: alguém nos há-de passar por cima para estimular a circulação desta sede de vingança que nos mantém.
É triste morrer aos pedaços, definhar desta maneira. Que remédio? Não fui eu que escolhi...
02 janeiro 2010
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