Não me digam para não chorar nem para não ficar triste quando a alternativa é fugir, desaparecer para não ter que viver com a frustração.
Digam-me antes para chorar tudo agora porque senão a frustração prevalece. Então fujo para onde não existo e refugio-me no colo de ninguém.
Por isso choro, grito e esperneio. Não vou guardar isto dentro de mim... Não me quero esconder.
Não vou enfiar mais a cabeça na areia nem ficar à espera que as coisas apareçam feitas e que as pessoas venham ao meu encontro.
É uma luta constante em que quanto mais se leva, mais se tem para dar. E eu quero ter muito mais para dar.
22 junho 2009
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