13 agosto 2009

Silenciosamente, confesso!

Não consigo resistir a estes impulsos... São mais fortes do que a minha vontade de me redimir à mesma solidão de sempre. Nunca pensei que fosse tão pesado ser ímpar, mas foi o que eu escolhi para mim. Sempre quis ser única e diferente... Eis a diferença! Aqui estou, impaciente pela mudança. Mas já nada vai mudar, tenho demasiado atrito em meu redor e ninguém é suficientemente resistente para o ultrapassar.
Chega de exigências impossíveis! Tragam-me conformismo porque só com ele haverá paz aqui deste lado.
Estou prestes a desistir desta máscara e a revelar tudo aquilo que sinto, o que sou... sem medos e sem restrições. Dizer e fazer tudo o que me apetecer e a seguir não ter que assumir as consequências. Enquanto isso não acontece, fico calada... e este silêncio vai matando o meu sorriso aos poucos.

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